A preservação e o
melhoramento da raça Maronesa estão a cargo da
Associação de Criadores do Maronês (ACM), entidade
criada em 30 de Setembro de 1988 por um grupo de 14
criadores da região que sentiram a necessidade de se
unirem para defenderem este património ímpar
seriamente ameaçado pela intensificação
agro-pecuária derivada dos modelos produtivistas
aplicados à agricultura.
Na actualidade, a
associação, que representa praticamente a totalidade
dos 2 000 criadores, assume um papel fundamental na
prestação de vários serviços, com destaque para a
gestão do livro genealógico da raça, isto é, registo
no livro de nascimentos e livro de adultos dos
animais e suas genealogias, identificação ao
nascimento de todos os animais puros por protocolo
com o SNIRB, definição de objectivos e implementação
de métodos com vista ao melhoramento genético com
destaque para a inseminação artificial com sémen de
touros testados, controlo de performances
reprodutivas em todo o efectivo e produtivas, por
pesagem regulares, em 70% das crias, organização de
concursos pecuários e recria de reprodutores
masculinos.

No âmbito mais geral, a
Associação assume outras tarefas gerais ou pontuais,
tais como a elaboração de candidaturas às ajudas no
âmbito do sistema integrado de gestão e controlo (SIGC)
e acções de divulgação técnica e de promoção da raça
e seus produtos em vários certames nacionais e
internacionais em colaboração com o Agrupamento de
Produtores CARNE MARONESA.
Objectivos da
Associação de Criadores do Maronês
Preservação e
Melhoramento da raça bovina Maronesa;
Defesa dos interesses
sócio-profissionais dos criadores do maronês;
Contribuição para a
preservação agro-ecológica das regiões mais
desfavorecidas do Norte Interior de Portugal.